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Como a IA entra (e onde não entra) no processo editorial do M15

A discussão sobre IA no jornalismo e na produção de conteúdo raramente é transparente: onde ela entra, onde ela não entra, e por que.
No M15, usamos IA em partes específicas do processo. E optamos por não usá-la em outras.


Curadoria é humana. Sem exceção.Testamos delegar a seleção de notícias e relatórios para IA. Não funcionou. A curadoria envolve julgamento editorial, relevância, timing, o que o leitor já sabe, o que ele precisa saber agora. A IA não faz isso bem. Toda notícia e todo relatório que aparece aqui foi escolhido manualmente.

Relatórios passam por triagem com IA antes do olhar humano.Toda semana surgem dezenas de relatórios possíveis. Para não descartar nada por falta de tempo, usamos IA para resumir metodologia e principais descobertas de cada um. Depois, um humano lê individualmente os que passaram pela triagem, e é esse humano que decide se há algo útil ali, e qual é o ponto de vista que vale desenvolver.

O texto começa com IA, a partir de um briefing humano.A primeira versão dos textos de análise é gerada por IA, com base no histórico e padrões do M15. Mas a partir de uma instrução que já traz a tese, a opinião e os dados que queremos incluir. A IA organiza. O humano criou o raciocínio. Depois disso, o texto é lapidado por um editor, principalmente reduzindo trechos desnecessários e corrigindo pontos de vista.

As charges são um caso à parte.O conceito é humano. A arte é gerada por IA. A redação do texto da charge é humana, às vezes com brainstorm junto à IA.


O resumo honesto: IA acelera o que é operacional. O julgamento editorial, o ponto de vista e a curadoria continuam sendo nossos.

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